ao Sr. Favilla.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Moço do sorriso claro,

Que traz consigo a riqueza das pedras brancas
Do rio de águas transparentes
Não cales teus olhos tenros,
Onde habita a esperança que clareia dias bons.

Envolva teus braços dóceis
Em minha cintura larga dos anos fartos.
Gira-me ao som do vento, em passos ritmados,
Da nossa dança sem fim.

Quando cansares, abraça-me forte,
Que te faço adormecer,
Ninado pelos movimentos da minha respiração,
Lenta e calma,
Pela tua presença.

Feche os olhos, amor.
Só assim sonhamos por dentro.

Sentimentos Reprimidos.

domingo, 21 de dezembro de 2008



Deixa em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção,
Faça não,
Pode ser a gota d'água.



[Chico Buarque.]